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CONVICÇÃO É BOM, MAS…

Sabe aquela pessoa que parece ter um posicionamento para ‘praticamente’ tudo?

Quando começamos qualquer tipo de assunto, polêmico ou não, a pessoa se coloca de forma muito clara, muito convicta, e parece que a conversa acabou por ali. Sentimos simplesmente que o assunto se esgotou, e não há porquê explorá-lo mais.

E ‘ok’, para alguns grupos isto funciona.

Convicção é bom, mas precisa de dosagem se queremos atuar mais colaborativamente.

Ter convicção e um claro posicionamento sobre as tuas escolhas e opiniões será sempre positivo para trilhar teu caminho com firmeza e transparecer confiança aos teus liderados.

No entanto, nas situações de troca ou construção de ideias e/ou projetos é preciso flexibilizar e se deixar tocar pelos outros.

Principalmente quando estás em uma posição de liderança. Pois a tua atitude vai influenciar altamente a cultura da equipe.

Para interagir, ou seja, influenciar e deixar-se influenciar pelo outro, é preciso estar receptivo e aberto. Não só para escutar e entender o ponto de vista alheio, mas para realmente construir algo novo em conjunto.

E se por vezes, sentir que precisas ‘abrir mão’ de um posicionamento ou ideia primordial, não precisas fazer isto. Inclusive, é saudável que tu não abra mão de algumas premissas fundamentais (que remetem ao teu DNA). Na verdade, o segredo está em justamente estimular a integração de ideias e opiniões:

“Como vamos integrar estas ideias e chegar em um denominador comum?”

É assim que se inicia a construção da identidade saudável de um grupo;

É assim que se inicia uma relação baseada na colaboração;

É assim que se é um líder convicto mas ao mesmo tempo receptivo e autêntico.

E o que vai ser? General ou Líder Autêntico?

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